Mais uma pessoa que aqui passou
Mais uma pessoa que aqui marcou
Mais um misterio desvendado
Mais uma surpresa desenbrulhada
Esta vida não pára de me surpreender
Eu próprio admito, e já admiti e pessoas especiais, a pessoas de topo, superior a outras que aqui bateram à minha porta...
Sim Odeio a minha vida
Mas Amo-a ao mesmo tempo, ela não pára e certamente não parará de me pregar surpresas maravilhosas e de me pregar armadilhas altamente perigosas para a minha cabeça
Neste momento sinto-me sem caminhos para onde caminhar...
Não tenho rumos, não tenho planos não tenho nada nem ninguem para me guiar
Só tenho os meus olhos para ver, ouvidos para ouvir, pernas para caminhar, mão para poder-me agarrar e não tropessar em qualquer obstaculo que pode vir aparecer na minha frente.
Que vida é esta que eu tenho?
Em que deixo de amar, e passo amar outra página com virgulas e virgulas no passado, sem conseguir meter um ponto final.
Mais uma derrota, mais uma desilusão para mim, mas mais uma lição entre muitas outras que nao me esquecerei...
Devolta ao passado sem ter coragem de impor o que penso perante as pessoas que me ajudam e vivem comigo todos os dias
voltaste do passado para querer falar comigo...
Pode ser a oportunidade e aceitar o que me tens para me dizer na cara
Acredito que ainda posso mudar, mas como todas as pessoas do mundo erram, e sobretudo cresceste comigo, porque não ouvir-te e abrir este sentimento?
Não falo num possivel ''Sim'' contigo, mas falo em oportunidades bem pensadas da minha parte.
Amo outra mulher é verdade, e que se as duas fossem motivo de escolha, claro que escolheria a ela sem dúvida alguma.
De momento não tenho nada a perder
perdi-lhe... mais uma derrota entre muitas que podem vir acontecer nesta vida misteriosa.
Chamo a isto uma autentica vida com 180º à esquerda, em que o relógio da vida pode vir a contar para trás, de volta ao passado.
Tenho que acordar verdadeiramente e ter coragem de aceitar o que posso vir a sentir, o que pode vir acontecer nesta vida.
Vou-te ouvir e falar o que me custa mesmo cá no meu interior...
Será que foi um hábito estar contigo?
Será que a tua amizade por perto faz-me e fará falta?
E a pergunta que voltarei a fazer a mim mesmo apesar de ter a respondido a toda agente que já a esqueci...
Irei infrenta-la novamente sem traços, sem virgulas e por a merda de um ponto final neste assunto, e atirar a pergunta para o AR!!!
Será que ainda não te esqueci?
AR
terça-feira, 9 de março de 2010
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